Obra do Artista Plástico - Mario Zavagli
Carlotinha29
Tudo o que escreveu tem muita coerencia e sinto ser verdade. Pena que na prática seja tão difícil superar as limitações e vencer bloqueios. Mas estou na busca disso. Essa noite foi tumultuada. Eu virava de um lado e de outro e minha cabeça parecia muito cheia. Acho que assisti muito carnaval na televisão e eu parecia continuar vendo as escolas de samba passarem dentro da minha cabeça como se fosse uma cena fixa a se repetir constantemente. Também estava muito calor e isso me incomodou muito. Depois de acordar em certo momento da noite, tomar água e voltar a dormir, meus sonhos se deslancharam e foram muitos, mas como sempre, as lembranças são poucas. Recordo que eu estava reunida para fazer uma pesquisa, estudo, ou algo do gênero, mas nosso assunto era sobre remédios e uma das mulheres falava sobre bater um comprimido X no liquidificador, o qual era imbatível para dores, inflamações, tendinite, contusões musculares, lesões arteriais, etc. Ela dizia que apenas um comprimido batido na formula do liquidificador valia por várias cartelas de outros comprimidos ou injeções receitados por médicos em geral. Fiquei interessada no assunto, mas ela pareceu fazer segredo e, percebendo isso, não insisti em querer saber como era a suposta ‘porção’. Antes de tudo vale dizer que eu me sentia e me via mais nova, talvez com uns treze anos. No que saímos eu entrei no carro ao lado do banco do motorista e, no que uma das mulheres começou a dirigir o veículo, eu que tentava escrever algo com o papel apoiado no vidro da janela, numa das viradas, vi todo meu material cair para debaixo do banco lateral. Enquanto tentava recolher o que dava para ser recolhido resmunguei ‘porque isso sempre acontece comigo?’ Na vida real isso nunca me aconteceu e, como na maioria dos sonhos, tais pessoas parecem conhecidas apenas dentro do ambiente onírico.
Depois estávamos no banheiro de uma grande universidade (parecia um colégio interno, mas em verdade não sei que lugar era aquele, pois só lembro de estar no banheiro). Eu não sentia frio, mas notei que estava vestida com uma grossa blusa de lã e todos estavam bem agasalhados. Achei estranho e fiquei me perguntando em que lugar do mundo eu de fato devia estar. Eu não queria utilizar o banheiro e esperava na saída do mesmo pelas demais acompanhantes. No que saímos do local, por certo passamos por uma porta diferente, pois avistei algo que me encantou. Da porta de saída seguia uma rampa no meio de uma vastidão de verde bem claro. Do lado da rampa havia um riacho fino com água corrente. O chão estava coberto de musgos e as árvores visivelmente velhas e de troncos retorcidos eram baixas e belíssimas. No que subíamos pela rampa eu, depois de já ter elogiado o local, elogiei também as árvores e, passando do lado de uma delas, bastante maravilhada, observei que havia uma amoreira espécie de trepadeira na árvore e mostrei o tamanho de suas folhas gigantes que deveriam medir cerca de um metro. Como eu subia de mãos dadas a duas crianças (não tenho certeza se eram de fato crianças), um dos homens do grupo perguntou se eu queria para fazer chá. Na verdade eu não queria, mas ele foi tão prestativo que, antes de eu responder, ele pegou uma folha para mim. Comentei que chá de folha de amora era bom para abaixar a pressão arterial e ele respondeu que era preciso ter cuidado para se medicar assim. Pensei em explicar que eu já tinha pressão baixa e não precisava de chá para tal finalidade, mas que tomava vários tipos de chás por gostar do sabor das ervas. Porém não foi possível explicar, pois ele estava subindo mais rápido e distanciou-se naturalmente chegando primeiro numa espécie de ampla casa rodeada de varandas. Sei que o sonho prosseguiu, mas as lembranças pararam por aqui.
Depois estávamos no banheiro de uma grande universidade (parecia um colégio interno, mas em verdade não sei que lugar era aquele, pois só lembro de estar no banheiro). Eu não sentia frio, mas notei que estava vestida com uma grossa blusa de lã e todos estavam bem agasalhados. Achei estranho e fiquei me perguntando em que lugar do mundo eu de fato devia estar. Eu não queria utilizar o banheiro e esperava na saída do mesmo pelas demais acompanhantes. No que saímos do local, por certo passamos por uma porta diferente, pois avistei algo que me encantou. Da porta de saída seguia uma rampa no meio de uma vastidão de verde bem claro. Do lado da rampa havia um riacho fino com água corrente. O chão estava coberto de musgos e as árvores visivelmente velhas e de troncos retorcidos eram baixas e belíssimas. No que subíamos pela rampa eu, depois de já ter elogiado o local, elogiei também as árvores e, passando do lado de uma delas, bastante maravilhada, observei que havia uma amoreira espécie de trepadeira na árvore e mostrei o tamanho de suas folhas gigantes que deveriam medir cerca de um metro. Como eu subia de mãos dadas a duas crianças (não tenho certeza se eram de fato crianças), um dos homens do grupo perguntou se eu queria para fazer chá. Na verdade eu não queria, mas ele foi tão prestativo que, antes de eu responder, ele pegou uma folha para mim. Comentei que chá de folha de amora era bom para abaixar a pressão arterial e ele respondeu que era preciso ter cuidado para se medicar assim. Pensei em explicar que eu já tinha pressão baixa e não precisava de chá para tal finalidade, mas que tomava vários tipos de chás por gostar do sabor das ervas. Porém não foi possível explicar, pois ele estava subindo mais rápido e distanciou-se naturalmente chegando primeiro numa espécie de ampla casa rodeada de varandas. Sei que o sonho prosseguiu, mas as lembranças pararam por aqui.


