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sábado, 30 de outubro de 2010

ALQUIMIA HUMANA

Romã do meu pequeno pomar


No quarto sonho eu estava num local que havia um pomar muito grande, entretanto o homem que morava naquele local era infeliz. Eu queria encontrá-lo, tentar reanimá-lo, parabenizá-lo pelo gosto de residir ali, de cuidar daquelas árvores frutíferas, dizer que tinha adorado aquele pomar, que adoraria morar num local como aquele, entretanto, não conseguia achar esse homem e nem sabia se ele estava naquele local em tal momento. Eu sentia existir um vínculo forte entre eu e esse homem, sentia que tinha capacidade para melhorar seu emocional, mas não o via e, com isso, sentia como se ele estivesse presente ali, mas apenas numa dimensão espiritual e não mais material. Contrastando com o belo pomar, pairava um peso misterioso e triste sobre aquele cenário.

Pomar nos remete a frutos. Resultados de conquista, de trabalho exaustivo, de princípio de realidade e de colheita. Colher o que se planta, saborear o fruto do trabalho.

O fruto já foi comparado ao Ovo do mundo, símbolo das origens, dos desejos sexuais, de prosperidade, da abundância que aflora na cornucópia da Deusa da fecundidade.

A vida é assim... Se plantarmos temos o que colher, se temos disponibilidade para investir saborearemos resultados.

O cenário é belo, agradável, harmonioso, adorável. Resultado da intervenção laboriosa de um Homem, que não se mostra.

Este é um foco que me intriga. Talvez seja um resultado positivo do seu arquétipo masculino. Poderia traduzir minha associação da seguinte forma:

O arquétipo masculino em você, sua alma masculina atua ou tem a tendência a evoluir para a harmonia, dando-lhe frutos de seu campo. É um criador de realidades e deve aparecer com o resultado do que produz ou promove e não como resultado de repressão.

Na repressão, já o vimos, ele surge de forma destruidora e devastadora. Na harmonia vemos que ele acrescenta e enriquece a vida produzindo riquezas.

Esta me parece uma forma saudável do arquétipo intervir na sua vida. Participando do processo de transformação da terra fértil. Essa transformação produtiva modifica o cenário, ordena-o, participando da lei da comunhão: Trabalha a terra, planta a semente, oferece luz e alimento, elimina as pragas, espera as estações pacientemente e colher os frutos.

Quando trabalhamos a integração dos opostos assimilamos o melhor do oposto em nós. Quando não abrimos espaço para este universo “estranho”, ele se transforma num desagregador, dissociador.

A tristeza que percebe ao final parece-me um resultado da frustração em não localizar o criador. É você diante do mundo desconhecido e misterioso, e essa sensação todos experimentamos quando nos defrontamos com a singularidade de nossa existência.

Somos assim únicos, nascemos do nada para sermos constituídos por uma herança que atravessa os tempos, vivemos num universo insólito ancorados em certo conforto que a racionalidade nos permite. Mas... Vivemos num mundo misterioso, profundamente misterioso, e quanto mais tomamos consciência disso mais descobrimos a nossa solidão.

Isso pode parecer assustador, mas mais assustador é negar essa realidade, entrar na viagem negando a estrada e o rumo que se segue, ser simplesmente inconsciente.

Paradoxalmente, este é apenas um estagio, pois no estagio seguinte esta solidão, pode se transformar num estado de relação com o universo de absoluta plenitude. Aí... É pura magia, a consciência e plena.

Mas... Paciência, por enquanto seu estado é de busca de grupo, vivência coletiva, partilhar, participar, e essa “Tristesse” aflora diante do mundo misterioso em que se descobre.

E preciso cautela. As sensações são para serem sentidas, é resultado do movimento que realizamos nesse universo misterioso. Não se deve se afiançar na sensação de tristeza ou do prazer ou da alegria. Apenas sinta-as mas guie-se pela consciência. 

 
Seria interessante refletir sobre a sua relação com a terra. Você, no passado, falou em sítio. Quem cuida? Voce produz?  Planta comercialmente ou apenas para uso pessoal? Ja pensou em ser fazendeira?
Reflita.
 

quarta-feira, 9 de junho de 2010

CASAMENTO


CH83
Sonhei que eu estava chegando em casa e vi meu marido abrindo o portão. Como eu estava sem chave aproximei-me rápido. Nisso conversamos alguma coisa que não lembro e eu passei a mão com carinho no rosto negro dele, dizendo que, embora não fossemos realmente marido e mulher, gostava muito de tê-lo como meu companheiro. Ele me perguntou se eu estava dizendo aquilo só por não termos envolvimento sexual. A resposta era sim, mas nem cheguei a responder, pois fiquei admirada ao perceber que ele realmente se considerava meu esposo ainda que não tivéssemos maiores intimidades. Eu não me considerava de fato casada, pois para mim o nosso casamento era apenas de aparência e houvera sido feito por conveniência de ambos. Entretanto, para ele, o casamento era real e verdadeiro independente de sexo, talvez por existir total respeito e cumplicidade. Fiquei indecisa sem saber até que ponto eu realmente era ou não uma mulher casada.

Não sei por que sonhei com isso, mas dias atrás estive me questionando até que ponto é ou não é traição um homem casado ter amizade com uma terceira mulher e só não se envolverem sexualmente por recusa dela. Parece que tanto no sonho como na vida real eu não sei até que ponto o sexo é indicativo de matrimonio ou de traição.


O SONHO
A dinâmica de inconsciente parece indicar movimentos de incorporação de conteúdos opostos, masculino e feminino. Essa incorporação, agregação não se dá de imediato e completamente na extensão dos conteúdos, eles vão se ajustando, e agregando, à medida que são acionados, ou que o sujeito é exigido. O processo é uma MetaMorfose delicada e longa. Configurações ou códigos são reescritos e novas ordenações se constroem. Neste aspecto a imagem da vivencia de casamento pode indicar essa tendência à integração de conceitos e conteúdos, a partir de mudanças de sua conduta, de sua reavaliação conceitual e de novas respostas que o individuo passa a apresentar. A realização desse encontro, masculino e feminino, é essencial para um equilíbrio emocional. Um não prepondera ou se sobressai ao outro, participam de um mesmo projeto alquimico: Você.

E como sonho compensatório o casamento, a união, realiza seus anseios, de integração, acasalamento e de vida afetiva a dois.

COMENTÁRIOS EXTRAS

As relações humanas na modernidade se definem e se redesenham em alta velocidade, um flash, ou num suspiro de interesses e desejos. Transformando a sociedade em um sistema instável, em estado de transição. Podemos ter a certeza de onde viemos, mas nunca para onde iremos parar. Por isso, os conceitos e princípios parecem relativos, mesmo que não o sejam. Relativos são apenas os nossos interesses, a forma como lidamos com essa realidade, com a sociedade em transição, em mutação. Relativa é a nossa capacidade que nos permite sermos flexíveis e desenvolvermos respostas adequadas para as exigências dessa realidade social sem sofrermos o impacto das transformações, sem que nos desarticulemos.

Muitos se refugiam na rigidez dos preceitos morais para se defender das mudanças de costumes, perdem as possibilidades de acompanha-las de forma mais tranquila e sem sofrimento. É preciso aprender a lidar com a impermanência, aceitar que as mudanças são inevitáveis e sem perder o moral, participar quando possível e saber se distanciar quando necessário. O Nosso tempo não foi o ontem nem será o amanhã, é o hoje que podemos viver, escolhendo como viver.

Assim princípios de formação da sociedade podem, e devem permanecer como referências significativas onde possamos nos remeter em situações críticas ou duvidosas.

Mas os costumes mudam com tanta rapidez que se não ficarmos atentos deixamos de reconstruir conceitos que nos norteiam apenas como referências relativas.

Definitivos devem ser os princípios básicos, que nos permitem viver em sociedade: Os princípios éticos; Os preceitos jurídicos que nos dão a referência de leis que definem deveres e direitos; Os princípios religiosos que nos acrescentam respeito ao subjetivo e ao divino, e às origens; O saber científico que pode pautar melhores escolhas a partir do conhecimento, etc.

Quanto à conduta sexual. O leque se abriu de tal forma, que há espaço para as mais variadas manifestações. Vivemos uma sociedade multidiferenciada. O que não impede o sucesso de muitos nessa areia movediça ou que outros acabem por se afogar na falta de cautela, na rigidez dos pré conceitos ou nos mal entendidos dos precipitados. Antes de tudo é preciso cautela, e bom senso para pautar sua conduta. Ir contra princípios pode ser perigoso, mas não romper o conforto da tradição pode significar inadequação à essa realidade que muito nos exige. Por isso converse e escute outras pessoas que te cercam. Apresente suas dúvidas, avalie os conceitos que emitem e cuidado com aqueles que têm muita certeza, duvide, e... Nunca deixe seu bom senso, nunca abandone sua capacidade de refletir com profundidade sobre os temas inquietantes. Evite posições apressadas. Aprenda a desenvolver seus pensamentos, seus conceitos e faça escolhas que a afastem da inflexibilidade, o caminho do meio pode ser mais sensato. Mas, atenção, isso não é ficar em cima do muro.
PS.: Os comentários em itálico são apenas para diferenciar da leitura específica do sonho.


domingo, 25 de abril de 2010

UMA ALQUIMIA I

 
  
CH 53

Mais uns sonhos: Eu caminhava com minha mãe por uma espécie de bosque com lindas casas rústicas quando encontramos uma árvore chamada palito de picolé. Achei incrível pois o chão estava cheio de palitos. Fiquei impressionada, pois não achava que os palitos já viessem prontos de alguma árvore. Minha mãe mostrou-me que a casca da árvore se soltava e esfarelava ficando apenas os filetes de palito, os quais já vinham na largura certa e depois de recolhidos bastava apenas ser cortados em tamanhos iguais e adequados ao picolé. Fiquei totalmente fascinada! Noutro flash de memória eu estava no quarto (parecia de hotel) com um homem que fazia suas malas e separava seus documentos. Ele era um jogador de futebol famoso e percebi isso quando ele tirou um documento parecido a um passaporte donde tinha os carimbos dos jogos que ele já participara. Não sei o que eu fazia ali a observá-lo.

Depois eu estava conferindo uma mulher que tinha inúmeros pinos de plástico saindo das costas. Tentei verificar se aquilo não era uma montagem sobreposta à pele, pois de fato parecia, mas quando comecei a perceber que era real, ou seja, que de fato estavam cravados dentro da carne também, nem quis continuar analisando. Também havia um homem que tinha gigantes cortes pelo corpo. Tais pessoas diziam que estavam sofrendo tais fatos estranhos de forma involuntária. Nisso eu entrei num local com uma outra jovem e comentei para uma terceira moça que conferira as pessoas e os fatos só não seriam verdadeiros se aqueles indivíduos tivessem algum distúrbio mental a ponto de provocarem aquilo em si próprios. As duas fizeram seus comentários e então a que entrara no local comigo pegou uma espada que enfeitava uma das paredes e fazendo suspense disse que também poderiam ter sofrido aqueles danos de uma terceira pessoa numa espécie de ritual qualquer. Indagando a coragem que eles teriam para se alto flagelarem na intenção de aparecerem e ganharem fama, a jovem passou a espada no rosto da outra moça. Ela pareceu-me tranqüila, mas eu não. Eu sabia que a jovem não ia cortar a pele da outra moça, mas fiquei com receio disso acontecer. Ela passou a espada na lateral direita do rosto, na testa e parte acima da cabeça, finalizando com o mesmo no lado esquerdo da face. Foi algo rápido e não entendia por qual motivo ela estava fazendo aquilo.

Quando percebi que ela vinha com o instrumento para meu lado saí do local não querendo passar pelo seu ‘teste’. Eu sabia que ela não ia fazer nada comigo, mas visivelmente aquilo era sinônimo de ameaça e perigo, pois ela podia me ferir mesmo sem querer. Ela não me deixou escapar e mesmo com medo fui obrigada a encarar a situação. Ela passou a lamina do lado direito. Senti meus cabelos voarem com o movimento rápido dela passar a espada e me paralisei de medo. Ela comentou que daquele lado eu não tinha energia não sei o quê. Não escutei direito e nem me importei tamanho medo que sentia. Ela pós a ponta da espada na minha testa, entre os olhos e depois deslizou o metal para trás. Nisso um tremendo bem-estar percorreu todo meu corpo. Um forte arrepio desceu a me envolver feito uma descarga de energia. Ela voltou a esfregar a espada e comentei que aquilo era bom, tanto que inclusive podia sentir cada fio de cabelo se eriçar. Sorrimos alegres. Nisso a espada transformou-se numa chave gigante e outras jovens apareceram. Não sei por que, mas eu me senti uma deusa no meio de ninfas. Com os dentes da chave a jovem começou a pentear as compridas mechas do meu cabelo enquanto cada uma das outras seguravam um pouco dos meus cabelos. O medo foi tomado pelo sentimento de imenso prazer, alivio e completude. Foi algo rápido e percebi a tolice do medo que houvera sentido, mas o qual irrefutavelmente tinha de existir e ser enfrentado. Percebi claramente no sonho que não há problema em ter medo, pois em verdade, o problema está em não ter coragem para enfrentá-lo. Depois de enfrentá-lo, seja de forma natural ou forçada, percebemos que ele passa e abre caminho para o alivio, o prazer da superação, a completude da força pessoal.

Elas ainda remexiam em meu cabelo quando apareceu uma professora trazendo umas crianças e adentramos novamente no local de antes, o qual já não era o mesmo. Havia dois tapetes de aniversário montados sobre o chão e em cada um deles haviam dois bolos lindamente decorados com motivos infantis. Era uma comemoração de dois meninos e duas meninas. Observei os bolos bem diferentes de todos os que já vira. Eram bolos comuns com um diferencial: eles não eram inteiros, mas sim montado de pedaços já partidos e cobertos com chocolate ou pasta americana bem fina. Além do mais, creio ser totalmente fora do comum tudo ser montado sobre o chão e não sobre uma mesa. Fiquei perto dos dois aniversariantes masculinos e analisando aqueles rostinhos lindos, serenos e carismáticos por natureza, lembrei do meu jardim de infância. O tão gostoso momento foi interrompido, pois logo em seguida eu acordei.

Isso é um sonho ainda com sinal da necessidade de superar os medos?


UMA ALQUIMIA II

François Boucher - 1747 -The Rape of Europe
Paris - Musée du Louvre 

Eis mais um sonho desafiador. Poderia neste momento levantar varias significações possíveis para o sonho mas focarei, independente de sua vasta simbologia, aqueles que considero como dois pontos mais significativos e relevantes:


  • A espada como ornamento passivo sendo transformada em instrumento de ameaça, arma para cumprir sua função real;

  • A transformação da ameaça em instrumento que abre portas ou portais: a chave.
Por partes:

1-O PRINCÍPIO:

este parece-me a entrada no intento do inconsciente: te leva por bosques harmoniosos equilibrando suas energias psíquicas, atualizando-as e lhe introduzindo num cenário onde suas emoções são mobilizadas a partir de um foco seletivo e de interesse pessoal, pela psiquê.

Eu penso que a partir do momento em que você se sentiu “totalmente fascinada” e encantada pelo acontecimento, você foi direcionada através da atenção Visual a viver e participar de um processo de transformação e de metamorfose. Esses momentos de transformação são como uma mobilização pelo fascínio, onde o eu é submetido a uma condição inexorável de mudança energética.

Essa vivências podem ser consideradas excepcionais pois de forma suave, enquanto nos preparam, processam em nós uma alquimia de transformação da libido.

2-A DINÂMICA:

O momento CRUCIAL é, o que parece-me, essa dinâmica, você inserida num cenário inesperado é levada a acompanhar, a interagir e a responder aos acontecimentos. Participa de um ritual (você o percebe) de imolação, flagelação, sacrifício involuntário, sem consciência de causa e propósito. Em geral quando a pessoa sofre de algum desarranjo emocional ou psíquico não sabe nem mesmo que sofre imolação ou que se flagela como consequência do desequilíbrio, sabe apenas que sofre sem saber por quê. Você tem consciência no sonho e diagnostica o sofrimento, o flagelo e a relação com o distúbio mental.

A espada, ornamento passivo, é mobilizada - pela consciência, pela ação humana, pelo conhecimento - é apossada, colocada em ação -se põe em movimento - é transformada em instrumento do ritual de mudança. Aparece como ameaça, arma para cumprir sua função real, e assusta. Mas usada com maestria e poder , O SABER, se transforma em mediador da transformação.

Primeiramente opera como bisturi,  ativando o centro de poder energético, acionando energias vitais, colocando em movimento a energia estagnada  pela rede do corpo. Neste caso a energia desce para acionar centros inferiores, sensoriais, sensacional (de sensações) que necessitam ser acionados (posteriormente, um dia, subirão já para acionar centros superiores ou chackas de energia) e parece-me que reconectando o corpo de cima com o corpo de baixo, integrando, unificando, o seu universo sensorial e o fluxo de energia de seu sistema nervoso.

“Nisso um tremendo bem-estar percorreu todo meu corpo. Um forte arrepio desceu a me envolver feito uma descarga de energia.”
“Sorrimos alegres.”



“Nisso a espada transformou-se numa chave gigante”

A transformação da espada no instrumento que abre as portas e portais; a chave. A espada já era chave antes de se mostrar. Mas o seu uso instrumental , cumprindo as etapas de devidas aciona a sua transformação, e a transformação se faz visível. A chave abre as portas para novos momentos em sua vida, novas formas de se relacionar com o mundo. Pelo menos internamente a dinâmica de mudança se anuncia.

“e outras jovens apareceram. Não sei por que, mas eu me senti uma deusa no meio de ninfas.”

3-A CONCLUSÃO

A festa, os festejos são indícios de celebração e conclusão do feito. O sonho fala por si, o significado salta para fora do sonho e se faz visível:

“O medo foi tomado pelo SENTIMENTO DE IMENSO PRAZER, ALIVIO E COMPLETUDE. Foi algo rápido e percebi a tolice do medo que houvera sentido, mas o qual irrefutavelmente tinha de existir e ser enfrentado. Percebi claramente no sonho que não há problema em ter medo, pois em verdade, o problema está em não ter coragem para enfrentá-lo.”

“Fiquei perto dos dois... masculinos... lindos, serenos e carismáticos por natureza, lembrei-me do meu jardim de infância. O TÃO GOSTOSO MOMENTO...”

A atualização concluida, a resignificação Afetiva é ativada na relação com o mundo, há indicios de reconstrução no estabelecimento de novas referências na relação de confiança com o meio, a energia liberada aflora em forma de sentimento e de elação. Os sinais são auspiciosos.

Obs.: considerando a espada como símbolo moderno de bissexualidade, prefiro não focar este lado, principalmente porque, em passado recente, você manifestou o desinteresses homossexual, e portanto não precisa ser focalizado. Prefiro pensar em dinâmica de integração de conteúdos femininos, e considerar a imagem da Deusa rodeada de Ninfas como projeção da imagem curativa de sua saude e reconstrução de equilibrio e harmonios entre naturezas múltiplas.
Se voce  colocar o I Ching a mensagem poderia ser:
O CAMINHO, É UM BOM CAMINHO.

BYE.