Olá, sou eu outra vez. Vamos aos meus sonhos: Primeiro sonhei que havia ido numa aula experimental de natação, mas além de achar a piscina muito pequena, a professora estava demorando muito para chegar, de forma que deitei num dos bancos e comecei a dormir. Quando a professora chegou, eu estava com muito sono e nenhuma vontade de fazer a aula. Mesmo assim acordei, mas fiquei apenas olhando e, meio zonza, perguntei a mim mesma se por acaso havia levado o biquíni e parecia não saber a resposta. Enquanto faziam alongamento dentro da água, uma mulher prometeu ser a ultima vez e deu um pulo dentro da piscina de roupa e logo em seguida saiu. Fiquei sem entender que bobeira era aquela da mulher de mergulhar a toa como se quisesse apenas molhar os trajes. Em segundo eu fui levada presa, mas a prisão era numa espécie de praça na beira da praia, sendo que eu tinha de ficar sentada virada de costas para o mar e de frente para o calçadão. Eu estava lendo um manuscrito e atrás de mim havia uma moça sentada. Nisso passou um carro e parecia ser a mãe dessa moça. As duas conversaram algo e, quando o carro foi embora, tentei puxar conversa com a moça e disse inclusive que ela não me era estranha, mas ela não quis de jeito nenhum conversar comigo. Na seqüência apareceu um guarda com mais dois prisioneiros e eu também os conhecia, pois já os vira preso na outra extremidade da praça. Mas numa tentativa de comunicar-me com alguém, perguntei ao guarda se aqueles eram os dois presos que haviam estado lá anteriormente e, conforme já sabia, a resposta foi sim. Nisso a moça que estava emburrada começou a reclamar dizendo que era inocente e comentei que eu também era, mas que não adiantava ficar dizendo isso. O guarda então me questionou: ‘se você é mesmo inocente, porque aceitou tão facilmente estar presa aqui?’ Respondi-lhe que não tinha medo de nada, exatamente por ser inocente. Além disso, acreditava que se estava ali deveria haver um propósito maior e melhor decorrente de tudo o que estava me acontecendo, pois não há sofrimento eterno e a justiça sempre é feita para quem acredita nela. Disse que não me importava de forma alguma o fato de estar presa, pois tudo em minha vida era aprendizado e ali continuaria sendo, independente de não ter feito nada de errado. Além disso, pensei sem dizer: ‘e ficar presa num lugar desses não é sacrifício nenhum’. Assim ficou a conversa e depois eu fui levada para uma espécie de casa com acabamento externo inacabado, mas num local muito bonito que parecia um parque. Novamente ia ficar presa num local maravilhoso. Ali eu não tinha que ficar sentada, podia andar por todo o local desde que não saísse da propriedade. Enquanto andava observei a enorme construção com a calçada ainda faltando uma parte para ser terminada. A piscina estava vazia e a pérgula ao lado estava enfeitada com algumas cabaças penduradas, de forma que olhando de longe pareciam abóboras. Havia vários vasos de plantas bonitas e, na frente, vários carros estacionados. No que fui andando para a parte da entrada da casa, que poderia ser um escritório ou até mesmo uma delegacia, fiquei receosa ao topar com um homem que saia dela, pois não sabia se podia andar tão próximo da casa, e fui logo disfarçando com a pergunta ‘onde tem um banheiro?’ O homem me respondeu indicando com o dedo que ficava lá adiante, atrás de algumas árvores. Enquanto me respondia ele jogou um molho de chaves para um pessoal que estava dentro de um carro cor de vinho e continuou procurando algo que imaginei ser a chave do seu próprio carro. Nisso o carro vinho que estava saindo deu uma pendida numa vala do chão quando foram fazer a virada, mas apesar do susto, conseguiram sair depois. Era uma vala comprida que por certo serviria para passar algum cano de esgoto. Fiquei me questionando quem seriam aquelas pessoas e qual deveria realmente ser o propósito de estar ali. Depois disso não lembro mais nada. o que me diz a respeito
Carlotinha, na escola aprendendo a nadar e fazendo alongamento. “Fiquei sem entender que bobeira era aquela da mulher de mergulhar a toa como se quisesse apenas molhar os trajes”. A associação que faço está relacionada ao batismo, não importa como o batizado está trajado, ou como ele se joga, mas o mergulho pode estar relacionado ao simbolismo do mergulho nas águas primordiais, o retorno do filho às origens cósmicas, ao divino. Naturalmente se olho com o olhar dessacralizado, ou profano, posso sentir como bobagem, até mesmo com criticidade e posso não enxergar a dimensão do evento. Você procura a roupa adequada (o biquíni), a adequação para o seu propósito e esquece que o propósito alheio tem suas próprias razões. Isso pode significar “não julgue”, não incorra no erro de julgar pelas aparências, cuidado com os eventos que nos rodeiam, muitas vezes a ilusão nos engana, ou podem nos direcionar a conclusões equivocadas.
A sequência do sonho reforça essa ideia com o diferencial da troca de papéis, você passa a assumir a condição de “julgada”. Está presa, detida, e tenta se explicar, mostrar que é inocente. Está tranquila, se sente tranquila porque se sabe inocente mas sofre a ação da injustiça, da incompreensão, da ação alheia. Sua resposta é positiva, sua atitude é construtiva você se percebe: “não tinha medo de nada, exatamente por ser inocente. Além disso, acreditava que se estava ali deveria haver um propósito maior e melhor decorrente de tudo o que estava me acontecendo, pois não há sofrimento eterno e a justiça sempre é feita para quem acredita nela.”. Saber isso é saber que passamos ou passaremos por situações inevitáveis, e que toda a trama faz parte dessa possibilidade que a vida nos dá de aprimoramento. Mas isso não é o bastante. Porque se podemos suportar os desígnios da vida temos que além disso não aplicar a mão severa do julgamento no desígnio alheio. É necessário aplicar para o outro aquilo que consideremos o ideal para nós, e escapar da armadilha de ter dois pesos e duas medidas, um para nós e um para o “outro”. O que quero dizer-lhe é que quando aplicamos a “idealização” em nossa vida, no dia a dia, aprendemos a escapar dessas armadilhas que em geral aprisiona a todos, por que a maioria assim escorrega. E a terceira parte, a conclusão, ainda me parece associada à questão do “não julgamento” ela me parece associada ao desastre, ao “acidente”, que pode ser o fechamento da mensagem as consequências dos nossos atos, escorregar na vala comum dos esgotos escondidas sob a terra. Que lhe parece? Quanto às figuras a associação que faço é com o principio masculino, o princípio de realidade, as referências que você tem na realidade. Deixo de avaliar símbolos que aparecem (chave, banheiro,etc.) e ficar, a princípio, apenas na idéia central. Se não achar sentido, me comunique para que possamos avançar na busca.
A sequência do sonho reforça essa ideia com o diferencial da troca de papéis, você passa a assumir a condição de “julgada”. Está presa, detida, e tenta se explicar, mostrar que é inocente. Está tranquila, se sente tranquila porque se sabe inocente mas sofre a ação da injustiça, da incompreensão, da ação alheia. Sua resposta é positiva, sua atitude é construtiva você se percebe: “não tinha medo de nada, exatamente por ser inocente. Além disso, acreditava que se estava ali deveria haver um propósito maior e melhor decorrente de tudo o que estava me acontecendo, pois não há sofrimento eterno e a justiça sempre é feita para quem acredita nela.”. Saber isso é saber que passamos ou passaremos por situações inevitáveis, e que toda a trama faz parte dessa possibilidade que a vida nos dá de aprimoramento. Mas isso não é o bastante. Porque se podemos suportar os desígnios da vida temos que além disso não aplicar a mão severa do julgamento no desígnio alheio. É necessário aplicar para o outro aquilo que consideremos o ideal para nós, e escapar da armadilha de ter dois pesos e duas medidas, um para nós e um para o “outro”. O que quero dizer-lhe é que quando aplicamos a “idealização” em nossa vida, no dia a dia, aprendemos a escapar dessas armadilhas que em geral aprisiona a todos, por que a maioria assim escorrega. E a terceira parte, a conclusão, ainda me parece associada à questão do “não julgamento” ela me parece associada ao desastre, ao “acidente”, que pode ser o fechamento da mensagem as consequências dos nossos atos, escorregar na vala comum dos esgotos escondidas sob a terra. Que lhe parece? Quanto às figuras a associação que faço é com o principio masculino, o princípio de realidade, as referências que você tem na realidade. Deixo de avaliar símbolos que aparecem (chave, banheiro,etc.) e ficar, a princípio, apenas na idéia central. Se não achar sentido, me comunique para que possamos avançar na busca.
